• Posted by : Lízi 21 de jan de 2015

    (Hangul: 만화, Hanja: 漫畵) é um termo geral coreano para designar histórias em quadrinhos, ilustrações e animações. Fora da Coreia, o termo se refere especificamente a histórias em quadrinhos da Coreia do Sul.

    O termo Manhwa é uma cognata com o Mangá Japonês e o Manhua Chinês. Um desenhista de manhwa é chamado de Manhwaga (만화가).

    O manhwa, apesar de ser um tipo de mangá só que da Coréia do Sul, tem suas particularidades. Por exemplo, se eu passar o olho numa ilustração eu vou saber dizer se é japonês ou coreano, não pelo costume, mas sim pelas diferenças nos traços. As histórias também tem um charme diferente, um toque diferente, pois são feitas por pessoas de outro local, que vivem em uma sociedade bem diferente da japonesa. Até as histórias fantásticas tem um ‘feeling’ diferente.

    Ao contrário de outras leituras orientais, o manhwa se lê de forma ocidental, que nem a escrita hangul.
    Animações baseadas em manhwa, no entanto, são mais raras. Entretanto, é bem comum que manhwas sejam adaptados para doramas e filmes. A versão animada dos desenhos coreanos é chamada de Han-guk Manhwa Aenimeisyeon (한국 만화 애니메이션), ou apenas Aenimeisyeon (애니메이션).

    Ano passado uma rua na capital da Coréia do Sul, Seoul, teve seus 500 metros dedicados ao manhwa. A rua temática fica em Zaemiro, no bairro de Myeongdong, no centro de Seoul e é toda decorada com ilustrações de manhwa desde 1970, formando uma linha do tempo da história do manhwa.

    E pra quem quer mais, saiba que tem o museu do manhwa, se estiver visitando a Coréia do Sul, por favor, não perca esse passeio maravilhoso! O musou tem três andares e foi inaugurado em dezembro de 2013, tendo uma exibição especial sobre desenhos animados e quadrinhos e um histórico de quadrinhos de nove artistas, todos coreanos e todos em destaque no mundo do manhwa.


    Tem até mesmo uma sala de leitura no terceiro andar e ela é super popular! Das nove as seis da tarde você pode ficar por lá lendo manhwa ou só babando na coleção deles que consiste em 56 mil itens, 48 mil revistas em quadrinhos e 8.000 vídeos de animação. A entrada é franca e o museu recebe cerca de 500 pessoas por semana.



    E logo ali pertinho tem também o centro de animação de Seoul, onde tem uma variedade de estátuas e personagens de “Larva e pororo”, os dois personagens mais populares. Lá, os visitantes podem aproveitar para ver seus desenhos favoritos na forma de exposições, performances, shows de mágica e muito mais. Tri, né?

    Tem um projeto que foi criado sobre manhwa e os responsáveis planejam que ele seja traduzido em diversos idiomas, para assim aumentar o alcance das publicações e também a comunicação com os fãs, assim como sessões de fãs, aulas de animação e muitas outras coisas f*das.

    Vários manhwas também foram publicados no Brasil, eu mesma sou uma dona feliz da novel do Tarot café e pretendo comprar a coleção uma hora dessas. Vou deixar uns títulos pra vocês, segundo a wikipedia.

    Ability, Aflame Inferno, A Noiva do Deus da Água, Angry, Ability, Ark Angels, Chonchu, Dangu, Gui, Model, O Mensageiro de Banya, Planet Blood, Priest, Ragnarök, Tarot Café, Kil-Dong, Warcraft: The Sunwell Trilogy, The Breaker, Veritas.

    E se tu leu ragnarök ali, não ta ficando louco não! A criação do ragnarök foi inspirada no manhwa de Lee Myung-Jin, misturando elementos da mitologia nórdica com a cultura coreana. Dá uma olhadinha nesse post do blog da lug sobre algumas curiosidades do manhwa presentes no game.

    E pra quem acompanha a page e sabe que eu tenho um scanlator, fique sabendo que o nosso projeto ‘A fairytale for a demon lord’ é um manhwa também! Leia aqui

    0 comentários

  • Copyright © 2013 - Nisekoi - All Right Reserved

    Uma futura bibliotecária apaixonada por mangás Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan